Carboplatina: estudo da permeabilidade ocular em modelo animal

dc.contributor.authorGonzaga, Renato Luiz [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-12-06T23:00:08Z
dc.date.available2015-12-06T23:00:08Z
dc.date.issued1998
dc.description.abstractTumores oculares malignos sao doencas raras mas podem levar a morte se nao se tratar corretamente. As formas de tratamento podem ser radicais e curativas como a enucleacao ou menos agressiva como a radioterapia, crioterapia e fotocoagulacao. A quimioterapia e uma arma importante no tratamento dos tumores malignos e age bloqueando a divisao celular anarquica, levando as celulas a morte ou apoptose. Seu uso e muito amplo, porem para as tumoracoes oculares a eficacia e muito baixa, pois os quimioterapicos sao incapazes de cruzar as barreiras oculares. Com o surgimento da segunda geracao de quimioterapicos derivados da platina e com seus resultados preliminares apontando uma capacidade de permear a barreira hematoencefalica, a carboplatina comecou a ser usada empiricamente para tratar um tipo especifico de tumor intraocular, o retinoblastoma. A carboplatina mostrou-se capaz de promover uma diminuicao no volume tumoral, a chamada quimiorreducao, que complementada com outras formas terapeuticas como fotocoagulacao e/ou crioterapia e/ou braquiterapia consegue-se o controle do tumor. O uso sistemico da carboplatina promove efeitos colaterais indesejaveis como anemia, leucopenia, nauseas e vomitos, alteracoes nas enzimas hepaticas e nos excretas nitrogenados, alem de poder promover alteracoes neurologicas e auditivas . Este trabalho utiliza 60 coelhos albinos Nova Zelandia, onde Carboplatina e administrada via endovenosa ou subconjuntival . Atraves de puncoes oculares, coleta-se amostras dos humores oculares, estas sao submetidos a estudo com espectrofotometria de absorcao atomica para deteccao de platina, verificando assim se houve permeabilidade ocular ao quimioterapico. 93 A platina foi detectada nos humores oculares, de forma similar entre os grupos de administracao sistemica e subconjuntival, sendo seu pico maximo na primeira hora apos administracao. No humor aquoso encontra-se carboplatina, mas em cerca de 24 horas, praticamente, ja nao existem mais residuos detectaveis. No humor vitreo os residuos sao detectaveis ate 14 dias apos a administracao da droga. Apesar de, estatisticamente, os grupos onde utilizou-se carboptatina serem semelhantes, numericamente detecta-se mais platina no humor vitreo quando na administracao endovenosa Na forma subconjuntival a entrada de platina ocorre de forma gradual e progressiva denotando uma acao da conjuntiva de ser um reservatorio da droga. Finalizando, ha semelhanca entre a administracao sistemica e ...(au)pt
dc.description.sourceBV UNIFESP: Teses e dissertações
dc.format.extent110 p.
dc.identifier.citationSão Paulo: [s.n.], 1998. 110 p. ilustab.
dc.identifier.fileepm-015754.pdf
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16068
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/restrictedAccess
dc.subjectAnimaispt
dc.subjectCoelhospt
dc.subjectCarboplatinapt
dc.subjectOlhopt
dc.subjectCorpo Vítreopt
dc.subjectHumor Aquosopt
dc.subject.decsAnimaispt
dc.subject.decsCoelhospt
dc.titleCarboplatina: estudo da permeabilidade ocular em modelo animalpt
dc.title.alternativeCarboplastin: study of the ocular permeability in animal modelen
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/masterThesis
unifesp.campusUniversidade Federal de São Paulo, Escola Paulista de Medicinapt
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